Pesquisar este blog

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Eu dei



Depois de 10 anos sem levar no rabo, eu dei! Meu Deus eu dei. Eu um viado arrependido gemendo e uivando no chão de uma casa em reforma, ás cinco da manhã. Dessa vez não fiquei arrependido, mas continuo sentindo culpa. Existe uma senhora em meu trabalho que me condena todos os dias, ela julga e me deixa pra baixo todos os dias e é a única coisa que ela sabe fazer. Ela nasceu pra me deixar pra baixo, ela foi contratada pra me deixar pra baixo. Ela diz coisas sobre Deus, sobre transformação. Caralho! Eu sou viado, eu preciso assumir isso, eu preciso entrar nessa pele, eu preciso ser feliz, não importa como, a caminhada será minha, o pecado será meu, o inferno será meu. Por favor eu só preciso dar meu cu sem sentir culpa, sem olhar os homens que vejo desejando os outros homens, e sentir pânico do que seria ser um deles, eu preciso alinhar-me nessa faixa, eu preciso.
Eu tinha um único objetivo, naquele sábado: Vou beber até ficar louco e dar pro primeiro que quiser, e ele apareceu, arrastei ele e chupei ele, chupei o pau, as bolas, os pentelhos, a barriga. Meu Deus como eu era feliz em alguns instantes, eu com um pau na boca sorrindo e sentindo todo o prazer da vida. Porque ali era eu, não existia ninguém pra me dizer o que era errado ou o que era certo, era apenas nós dois. Ele pediu pra me chupar também (apesar de não gostar muito) deixei. O dia ja estava claro, e ele gozou que nem um cavalo. E eu era como uma égua, uma égua no cio.
Depois de 10 anos lacrado eu dei, sem medo e objetivado. Foi incrível. dei meu botão, gemei, gritei, mijei, fiquei bem... Mas ainda assim me senti culpado!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A inteligência e a sabedoria

De que vale a inteligência e a sabedoria sem a esperteza e a astúcia? A esperteza vale por si só! Não há nada de inteligente nem de sábio nas coisas que eu falo, da forma que falo, nas coisas que eu faço, mas há um tom de esperteza na forma em que absorvo as imagens, a formo em que interpreto e transmito. Num é denúncia, eu adoro falar mal dos homens, e queria chegar a uma conclusão sobre o que eu acho dos homens, mas não consigo, por ser esperto demais e pouco inteligente. As vezes me sinto ótimo preso entre os dois sexos, isso me deixa cheio de dons e criatividade e versatilidade, as vezes me sinto péssimo porque acabo me perdendo na dúvida e na culpa. Ser gay ainda é pra mim sinônimo de aberração, coisa suja, pecado eu carrego o peso dos "ensinamentos cristão", Eu não aprendi muito na igreja o que era certo, o que era ser feliz ou encontrar o caminho, aprendi apenas a ver o que era ruim, aprendi muito mais sobre demônios, a ter medo e a sentir culpa, do que como me conectar a Deus.
A inteligencia do homem e a criatividade da mulher... Ah, eu queria que tudo no mundo, toda força, toda dinvidade fosse mulher... eu me sentiria tão mais a vontade em conversar com Deus, de me sentir tão amparado, no colo mesmo. Eu sempre começo falando uma coisa e misturando com outras coisas, e minha cabeça é uma explosão de pensamentos e eu nunca consigo concluir nada. Queria tanto comparar o homem e a mulher, mas não tenho base pra saber se as diferenças vem de fatores culturais ou se está no DNA, eu sei que a mulher é uma coisa tão divina, tão especial, tão mãe, ao ponto de nunca abandonar um filho... o que é um homem, esse ser descontrolado, rude, grosso... Ser homem é não ser animal, é ser algo a parte é desumano, são não humanos. Fui mijar e perdi a inspiração.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Aonde foi que eu errei.

Eu queria tanto saber em que parte da minha vida eu criei a dificuldade de dizer não. Eu faço coisas que não quero e um câncer vai crescendo!!! 
Ultimamente eu estou nervoso demais, a paciência e bom humor que eu tinha está acabando e todo mundo está percebendo, eu to deixando de ser quem as pessoas queriam que eu fosse e to me tornando em mim mesmo, eu to mais verdadeiro, mais sincero, menos forçado... mas eu to me sentindo chato e careta. 
Eu comecei a perceber o quanto eu fui vários, eu fui muitos, ainda sou muitos, quero ser só eu mesmo, mas de tanto ser vários acabei perdendo minha identidade.
Eu estou procurando uma forma de achar essa identidade, mas creio que sozinho é impossível... Eu me sinto estranho e possuído por milhares de demônios... meus pensamentos não são meus, minhas atitudes não são minhas, meus prazeres acabam em meio a culpa e o arrependimento. 
Eu queria beber até ficar louco e dar o cu pra primeira pessoa que aparecer, fechar as postas das oficinas de carro e fazer uma espécie de caridade pra esses homens fedidos que nem suas esposas mais aguentam. Mas eu sei, eu sei que essa vontade de verdade não é minha. Não sei ando me reprimindo, reprimindo minha sexualidade, eu falo tão mal dos homens héteros que quando entram nos banheiros públicos viram vedetes, mas acho que vou virar um deles quando tiver mais de 50 anos de idade. Ser gay é diferente de querer ser mulher, não sinto vontade de pegar os homens por ai, não há uma satisfação sexual, existe uma satisfação física, emocional quando eu sou fudido, porque naquela hora é quando eu me sinto mulher. Não sou gay, queria ser mulher, e a forma de me sentir nessa pele é sendo um gay. Mas que diabos que eu estou falando mesmo. Sou uma casa de demônios, sou uma festinha particular das putinhas que morreram e agora habitam em mim, preciso fazer algumas das vontades delas se não eu vou ser surrado. Ou eu preciso me livrar delas. Neah???
Não sei.