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terça-feira, 20 de julho de 2010

E eu? e eu? Quem era eu?



"...E eu, e eu, e eu, pensava eu. E eu? Eu não posso dizer eu não é? Quem era eu? Eu não era nada. Você me educou pra não ser nads e eu fui gostando cada vez mais de ser nada!!!"

Cada vez que eu escrevo sobre mim, eu tiro uma conclusão importante: Eu não sou quem eu penso que sou. Quem sou eu?
Toda vez que eu penso que eu fui bom, ou que ia receber algo da vida em troca do serviço gratuito, dos favores, da caridade, da burrice por simplesmente não cobrar por algo que eu sei fazer e faço bem, eu fui muito mal, porque eu fiz na intenção de que no fim não ia ser como eu planejei, eu não ia receber por um serviço prestado cobrado, então eu fazia de graça, perfeitamente, mas com intenção negativa.

E eu confundo muito se eu sou o que penso, ou se o que vale a pena é a intenção. É como você bater um martelo na cabeça do seu dedão e gritar: Ca...racas!!! Quando dentro de você isso suou como um Caralahoooo. É mais ou menos isso. Não adianta eu tentar acreditar que eu sou uma coisa, se eu exerço uma condição e por dentro eu sou completamente diferente. Não posso mais para de falar, porque estou me conhecendo cada vez mais que eu escrevo...

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