Eu entrei no banheiro e tinha um cara totalmente nú se tocando, e os miquitórios cheios de cara se pegando, se olhando, se desejando... Eu queria tanto por vingança de uma vida toda reprimida e por todas as vezes que eu apanhei na escola, sentindo medo de falar porque eu sabia que tinha uma coisa de errado e eu acreditei que era errado... Hoje eu vejo homens se pegando e isso me revolta, sinto vontade de matar um a um... Eu marcaria encontros com os senhores, os curiosos, os casados, os rapazes pegadores... transaria até mijar de tanto prazer, mas depois... depois eu rasgaria de cima a baixo, ainda faria pingentes de seus paus... Uma vida de culpa... e no meio da minha vida, descubro que os homens se tocam, se chupam, se observam, comem suas mulheres, mas chupam paus... são eles, os casados, os senhores, os avós... Meu Deus e eu que pensei que isso era doença, mutação genética... Hoje eu sei e concluo um gay, viado, não é aquele que dá o seu cu, ou sente atração por outro homem. O gay é apenas um rapaz efeminado, dar o cú não faz mais a diferença, pois todos esses homens, os maridos, os padres, os pastores, os homens de bem, todos eles, sem exceção, eles saem dando seus cús e chupando rolas nos banheiros e isso é um aventura emocionante... e nos banheiros:? gemidos e porra mais porra mais porra... Ontem, eu escorreguei numa pocinha de porra no chão. Eu só queria que isso fosse sabido, que fosse assumido, porque eu não consigo mais carregar tanta culpa!
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